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Archive for julho \15\UTC 2011

Saudações Aventureiros!

Sim , eu sei que o blog está parado, mas gostaria de compartilhar alguns links que “me fizeram a cabeça essa semana” independente se são novos ou velhos, notícias, lançamentos ou novidades.

Metafísica da Magia: Post iniciado com uma dúvida do Clérigo em entender a metafísica do D&D, e que gerou grandes intercâmbios.

Sistemas de RPG: Discussão de alto nível sobre este tema a muito batido no RPG do Mestre. Pude notar como tem gente migrando para o Dragon Age RPG, e como existe um contraponto de satisfação por parte dos indies e insatisfação com o RPG mais tradicional. obre RPGs Indies, saiu esse pequeno guia no D30.

Onírica,  sistema de narrativa caótica: Feito por um desprentecioso Vitor Pissaia de uma certa Maloca Quântica para participar do concurso da Secular Games,  Onírica é, na minha opinião, o mais simples, indie e original sistema de RPG nacional. O autor comentou em fazer micro tiragem na linha do Malditos, e se acontecer com certeza levarei o livreto para casa.

Demonstração de Gratidão: Valberto do Lote do Betão, agradece ao Guilherme dei Svaldi, o cara por trás da Jambô, pelas suas dicas como game designer. O interessante é que o Guilherme é um ótimo tradutor também, tenho algum material antigo da Jambô (da série Penumbra D20) e ele aparece creditado como revisor da tradução que é impecável.

Como organizar eventos simples e muito legais: O RPG Pará deu uma aula de como organizar eventos legais e simples que é uma lição para grupos de jogadores fora do eixo. Iniciativa parecida com o D30 de Brasília, que para mim, é um exemplo para qualquer um.

Retropunk apostando mais ainda em John Bogéa: John Bogéa está com tudo, depois de Abismo Infinito (mais um dos vencedores do concurso da Secular Games), a Retropunk fechou a publicação de Tera Devastada, o que adicionado com as ilustrações de “O Reino de Bundhamião” torna John o grande representante do RPG nacional na editora. O que é bom, já que uma editora que traz somente títulos estrangeiros adiciona muito pouco ou quase nada ao RPG.

Por fim, li (só agora) um anúncio que mostra que até Tolkien está se rendendo aos indies, fora isso muitas notícias da RPGCon (e sua boa FRI) que só me mostram algo: a hora é agora! O público está sedento e faminto, a produção nacional cada vez melhor e mais valorizada, a nós estusiastas resta duas alternativas: por a mão na massa, ou chorar porque a Devir ainda não traduziu o D&D Essentials.

Até! Vou me despedindo desde post que foi mais indie do que show da “Cachorro Grande”

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Saudações Aventureiros!

Para quem não sabe o que é Live Action, direto da Wikipedia:

Live Action é uma das formas de se jogar RPG. Assim como o RPG é uma evolução ou variação dos jogos de guerra, o Live Action pode ser considerado uma evolução, ou uma variação do RPG.

Em um live action você não imagina o cenário narrado pelo Mestre (ou Narrador), mas utiliza o espaço à sua volta como o cenário de jogo. Em uma sessão de RPG comum, cada jogador pega a sua ficha e senta-se à mesa, como em um jogo qualquer, representando ali o seu papel sem nenhuma interação real com outros jogadores: Já o live action é o estilo de RPG que mais se aproximaria de um teatro de verdade. Você representa o seu personagem exatamente como um ator representaria um papel. É exatamente como uma peça de teatro, onde cada jogador representa um personagem: As diferenças são que esses personagens foram construídos antes com ajuda do mestre, e que estes personagens não seguem um ‘script’ pré-definido.

Porém, o que esse cara fez quebrou todas regras de contato.

 

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O vídeo é tão tenso que nem vou comentar nada, só vou postar…

 

 

Para quem resistiu a esse, não sabe o que espera logo abaixo…

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