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Archive for the ‘Contos’ Category

Saudações Aventureiros!

Após libertar um pobre homem da injustiça humana frente a justiça divina, Thomas passa por um mosteiro da ordem de Khalmyr pelo caminho. Solicitando refúgio para seus irmãos de ordem, ele e seu noviço são prontamente acomodados em modestas instalações. Após o jantar e as orações da noite, Thomas e o noviço são levados por um dos religiosos a conhecer o mosteiro. Entre as várias instalações que o mosteiro possuía estavam uma antiquíssima biblioteca, que continha livros lendários e antiquíssimos sobre ciências, geometria, filosofia antiga e alguns desafios de lógica é claro. Além desta e de outras instalações habituais para um mosteiro, havia uma prisão provisória, onde iam os condenados a espera de julgamento e os perseguidos injustamente pelas rígidas leis locais.

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Saudações Aventureiros!

Poxa rapidinho o Samuel DW matou a charada do clérigo Thomas, e acabou com o desafio. A resposta para o desafio é: “Esse homem irá morrer na guilhotina!” se esta frase fosse verdade a morte correta seria a fogueira. Porém a morte na fogueira seria uma mentira e a pena uma a frase mentirosa era a guilhotina, ou seja tilt total na mente do juíz.

 

"-Então eles mataram a charada Thomas?" "-Sim noviço."

Em breve continuaremos com as charadas e desafios de lógica de Thomas, o clérigo da justiça.

 

OBS: Se você tem algum desafio de lógica ou charada e quiser que o clérigo Thomas tente solucionála envie-a para velhosanh@gmail.com  com o assunto “DESAFIO”, romancearemos o seu desafio e publicaremos no blog com as devidas refrências e agradecimentos.

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Saudações Aventureiros!

Caminhando por uma pequena vila ao sul do continente, um Clérigo do Deus da justiça e seu jovem noviço se depararam com uma cena nova, que lhes chamou prontamente a atenção: um homem acusado ter trapaceado toda a cidade, encontrava-se em cima de um pequeno palco com uma guilhotina a sua esquerda e uma fogueira ardendo a sua direita.

Um homem com vestes coloridas e um alaúde na mão começava a cantar uma canção:

“O tratado comercial esse homem desonrou,

hoje todos irão ver que a mentira o matou.

Verdade nenhuma sua boca fala,

só dívidas morais ela cria e espalha.

Hoje com o corpo pagará,

o que nenhuma peça de ouro pode quitar.

Como um bovino abatido na fogueira,

ou na guilhotina causando choradeira.”

A multidão é claro gargalhava diante da canção do bardo, e ficava com maior sede de “justiça”.

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Bom dia Aventureiros!

Segue abaixo mais um conto que comecei, ambientado no Brasil Colonial na época da Incofidência Mineira e baseado no RPG nacional “O Desafio dos Bandeirantes”. Espero poder dar continuidade a ele, ficou um pouco longo, mas vale a pensa principalmente se você gosta de história.

 

Até o início da semana que vem o blog volta a normalidade, prometemos.

 

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Hector, o lenhador

Saudações aventureiros de todas as partes!!

O administrador de nosso fórum, o companheiro de blog Alexandre, decidiu mestrar uma aventura em Arton, utilizando o sistema Tormenta RPG. Para fim foi uma boa, por dois motivos:

i) Vou ter que aprender D20 na marra, apesar de que agora ele não é mais o sistema mainstream;

ii) Vou retornar a me aventurar por Arton. Acho que parei de ir para lá faz uns cinco anos, e muita coisa mudou neste meio tempo.

Como estou por fora da ambientação resolvi criar um background genérico, que se encaixe em qualquer mundo, em qualquer lugar, em qualquer época. Meu personagem será um lenhador em uma vila medieval, e vou contar como ele entra na vida de aventuras. Em dez anos como RPGista será meu primeiro guerreiro, espero que ele sobreviva o bastante para ter mais histórias para contar.

Não, não é este tipo de lenhador que estou falando

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A música da vida

Inaugurando esta seção, gostaria de publicar um conto, de minha autoria, inspirado pelo TORMENTA RPG, cujo cenário para mim, é um dos melhores.

Em breve a continuação será exibida aqui.

 

A música da vida

 

Quando abriu os olhos, viu o movimento dos pedestres na rua e sentiu o calor do sol encarando-o lá de cima. Demorou até se acostumar com a claridade mas quando se deu conta, estava no mesmo lugar que estivera desde a noite passada, exceto que do lado de fora. Esticou-se e encostou na parede, ficando sentado. Pegou seu chapéu que jazia caído ao lado, inclusive com alguns tibares*. De certo algum transeunte pensara que ele era um mendigo dormindo. Menos mal, seu desjejum estava garantido na feira. Amarrou o cabelo grisalho comprido e fez um rabo de cavalo. Segurou por um momento o cabelo com as mãos e trouxe umas pontas para frente de seus olhos. O tempo passou desde que ele chegara a Arton e muita coisa havia acontecido. Sentiu o cheiro forte de bebida que inalava de seu corpo…

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